O que é Velho e Novo Mundo para os vinhos?

O empresário Marco Carbonari é especialista em vinhos há anos. Ele aprecia a bebida desde o tempo de sua juventude e, até hoje, é algo presente em sua vida, afinal, o empresário possui uma renomada vinícola no interior do estado de São Paulo, a Villa Santa Maria, dessa forma, o empresário fala sobre o tema para a nossa redação.

Países que possuem uma longa tradição e história acerca do mundo dos vinhos recebem a alcunha de Velho Mundo, já países que voltaram sua produção para os vinhos de forma mais recente, são os Estados Unidos, Argentina e Chile, Brasil e Austrália. Vale relembrar que não há sobreposição de nem um nem outro, esse termo é apenas para grau de diferenciação.

Já em se tratando dos Vinhos do Velho Mundo, como citado anteriormente, são vinhos provenientes de países que possuem uma longa e tradicional história acerca dos vinhos, em que se abriu espaço para o novo. Há exemplos de Novo Mundo em países, como França, Itália, Estados Unidos, Portugal, Suíça, Alemanha e Grécia também, entre outros.

Dessa maneira, no Velho Mundo há em primazia a tradição e origem, assim como no Novo Mundo há presente a tecnologia e modernidade. Contudo, esses termos estão cada vez mais integrados, pois com a alta da tecnologia e da globalização, há um intercâmbio maior de informações entre eles, bem como a curiosidade das pessoas em descobrirem algo novo, a apreciação e o consumo, fala Marco Carbonari.

Portanto, de fato, cada um possui sua particularidade, porém, isso não é um parâmetro para discernir se um vinho é bom ou não, conforme sua origem, tradição ou seja lá o que for. Na verdade, vale apenas o grau de diferenciação, como dito anteriormente. Além disso, essa fronteira geográfica está mais delimitada a um pensamento do que da forma real, tendo em vista a qualidade de ambos os Mundos.

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